Como sempre, no final do ano gosto de fazer uma lista dos livros que li no semestre, como em julho eu não fiz, resolvi fazer do ano todo. Outubro e novembro foram meses complicados na faculdade e li pouquíssimo, mas todos os livros lidos estão divididos por meses.
JANEIRO
A cabeça de Steve Jobs - Leander Kahney
Nosso Lar – Francisco Cândido Xavier, espírito André Luiz
A Arte da Guerra – Sun Tzu
Faz parte do meu show – Robson Pinheiro, Ângelo Inácio
Estética da Fotografia – François Soulages
FEVEREIRO
A Última Música - Nicholas Sparks
Bilionários por acaso: A criação do Facebook – Ben Mezrich
O Segredo – Rhonda Byrne
Podecrer! - Marcelo O. Dantas
A Arte de virar a página - Adriana Falcão
MARÇO
Lendas e Segredos do Rock - Sérgio Pereira Couto
Illustration Now! Vol. 3 – Julius Wiedemann
Illustration Now! Vol. 2 – Julius Wiedemann
Os Sertões – Euclides da Cunha
O burro e a pele de leão – Roberto Belli
A galinha dos ovos de ouro – Roberto Belli
Cinderela – Cristina Marques
Branca de Neve –
A raposa e o galo – Roberto Belli
ABRIL
A Moreninha – Joaquim Manoel de Macedo
Questões de Arte e Comunicação – Cilene Maria Potrich, Hercílio Fraga de Quevedo (org)
As Belas Coisas, Que é do Céu Contê-las – Dinaw Mengestu
Senhora – José de Alencar
Soul Love Á noite o céu é perfeito! - Lynda Waterhouse
A vida na porta da geladeira – Alice Kuipers
Iracema – José de Alencar
O Ateneu - Raul Pompéia
Na Margem do Rio Piedra eu sentei e chorei – Paulo Coelho
Tentada – PC Cast, Kristin Cast
MAIO
Queimada – P.C Cast, Kristin Cast
Desejo de Pânico - Laura Reese
Propaganda no rádio – Clóvis Reis
JUNHO
Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
Pra Ser Sincero - Humberto Gessinger
JULHO
Inimigo Brutal - Jack Higgins
Não conte a ninguém – Halan Coben
Sandman: Despertar – Neil Gaiman
AGOSTO
Perfeitos - Scott Westerfeld
Gen: Pés descalços - Keiji Nakazawa
Gen Pés descalços: o dia seguinte - Keiji Nakazawa
SETEMBRO
Gen Pés descalços: O Recomeço - Keiji Nakazawa
Gen Pés descalços: A vida após a bomba Keiji Nakazawa
OUTUBRO
:~
NOVEMBRO
O Mundo de Vidro - Maurício Gomyde
DEZEMBRO
O menino do Pijama listrado - John Boyne
Faça como Steve Jobs - Carmine Gallo
1ª mostra talentos da comunicação – Bienal de São Paulo
Amor fora de hora - Katarina Mazetti
Alta Tensão - Harlan Coben
Talento Ilustração
sábado, 31 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Resenha: Gen Pés Descalços
Livros: Gen Pés Descalços
Gen Pés Descalços: O Recomeço
Gen Pés Descalços: O Dia Seguinte
Gen Pés Descalços: A Vida Após a Bomba
Autor: Keiji Nakazawa
Ano: 1998
A
série “Gen Pés Descalços” são quatro livros, mas com a história contada
em forma de quadrinhos. No início, de 1973 a 1985, eram publicados em
revistas e jornais, depois adaptados em dois filmes em forma de anime.
Em 2007 foram adaptados para uma série de televisão e no Brasil a
Editora Conrad publicou quatro volumes (Gen Pés Descalços, Gen Pés
Descalços: O Recomeço, Gen Pés Descalços: O Dia Seguinte e Gen Pés
Descalços: A Vida Após a Bomba).
A história
acontece em Hiroshima e nos arredores da cidade, no ano de 1945, dias
antes do ataque das bombas nucleares, onde Gen com seis anos de idade
vivia com sua família. Depois que Hiroshima é destruída pela bomba, Gen e
os sobreviventes são obrigados a lidar com a falta de comida e
respeito, conseqüências da destruição.
Baseado em
fatos vividos pelo próprio autor, Gen Pés Descalços é um excelente
relato real do que realmente aconteceu naquele tempo.
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domingo, 11 de dezembro de 2011
Série infantil animada pela catarinense Belli Studio será exibida no canal Cartoon
O projeto de animação Carrapatos e Catapultas, criado
pelo escritor Almir Correia, foi um dos vencedores do concurso nacional
AnimaTV/2009 e recebeu R$ 950 mil para a produção de 12 episódios de 11
minutos. A Belli Studio,
de Blumenau, foi a responsável pela animação da série, produzida em
parceria com a Zoom Elefante, do Paraná, e a produtora de áudio
Astrolábio. A série, que já foi exibida durante todo o ano na TV Cultura
e na Rede Brasil, passará a ser exibida no canal a cabo Cartoon Network
Latin America a partir de 2012.
O período de
produção aconteceu de março de 2010 a fevereiro de 2011, com a animação
de um episódio de 11 minutos por mês, com qualidade HD. Cerca de 11
profissionais estiveram envolvidos na animação, produção de cenários,
colorização, lipsync e montagem.
De acordo com
Aline Muxfeldt S. Belli, diretora de Marketing da Belli, uma série de
animação necessita de, no mínimo, 26 episódios para ser vendida no
mercado internacional. “Este é o número ideal para que a criança consiga
entender o conceito da série e memorizar os personagens da história”,
comenta. O projeto, que já recebeu incentivo para a produção da primeira
parte, conta agora com o fundo de investimento para Produção de
Audiovisual para Televisão (Prodav), que irá financiar os próximos 13
episódios, com previsão para serem concluídos até 2013.

Foto: Divulgação
A
série Carrapatos e Catapultas se dá em uma outra galáxia, no Planeta
Vaca, onde os carrapatos bicos-de-pato gostam principalmente de sugar
gororoba, sucos e objetos com canudinhos, ficar se “catapultando” por aí
e explodir, virando fantasmas que sobem pro “Mundo dos Carrapatos
Fantasmas” (o paraíso para eles).
Bum e Bod são
dois grandes amigos adolescentes que não engordam feito a maioria. Eles
estudam e trabalham como estagiários. Nesse “mundo reino” não há
automóveis e nem muitos objetos comuns no mundo humano.
Inexplicavelmente tais objetos surgem do nada, após terremotos, e
geralmente são catapultados como sucata alienígena para os lixões da
cidade. Bum recebe toda noite uma ligação telefônica de sua mãe que já
explodiu e mora agora no Mundo dos Carrapatos Fantasmas.
Projeto Carrapatos e Catapultas foi aprovado pelo Prodav, que irá finaciar mais 13 episódios da sérieANIMATV
O
AminaTV é o primeiro programa de fomento à produção e teledifusão de
séries de animação brasileira. O programa tem como objetivo estimular
desenvolvimento da indústria brasileira de animação a partir da
sistematização de ações que visam a geração de projetos em diversos
pontos do país. O AnimaTV conta com ações regional de capacitação,
articulação de um circuito nacional, dinamização da produção entre
estúdios e a inserção da animação brasileira no exterior.
Em
2009, o concurso recebeu pré-projetos vindos de 17 estados brasileiros.
Dos 257 projetos inscritos, 17 assinaram um contrato de co-produção de
um episódio-piloto recebendo R$ 110 mil para a produção. Após a exibição
dos pilotos, dois projetos foram selecionados e receberam R$ 950 mil
para a produção de mais 12 episódios. Os produtores e autores também
participaram de oficinas com consultores nas áreas de narrativa, arte,
produção e comercialização. Além da série Carrapatos e Catapultas, o
projeto Tromba Trem foi o outro selecionado para a produção de 12
episódios.
SOBRE A BELLI STUDIO

Desde 1999, a Belli
atua no mercado de animação e ilustração para coleções de livros
infantis, empresas de software, parques temáticos, quadrinhos, campanhas
internas e projetos têxteis.
No portfolio da
Belli Studio estão ainda os 21 episódios da série Betinho Carrero, o
primeiro lançado em outubro/2011 pelo Beto Carrero World em seu canal no
Youtube, além de mais de 50 curtas para as áreas editorial, empresarial
e publicidade.
A Belli Studio faz parte da
Brazilian TV Producers e desde 2009 frequenta eventos internacionais de
produção e venda de conteúdo. Atualmente está em fase de negociação com
uma produtora do Canadá para produção da série Histórias de Amor. “Esta
série é voltada para o público adolescente e famílias, e apresenta uma
visão contextualizada de casais arquetípicos que permeiam o consciente
coletivo, que possui uma fonte rica e diversa, indo da ficcção a
realidade: Bíblia, literatura e história”, adianta Aline. Serão 13
episódios de 22 minutos para cada tema.
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Música/TV
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Transporte Público de Blumenau
Tentei postar no facebook, mas tinha muitos caracteres. Restou-me o blog.
(Arrependo-me de não ter tirado uma foto)
Hoje
dei graças a Deus por não depender sempre de ônibus. Gostaria de
entender o porquê de a Seterb e o Consorcio Siga quererem aumentar ainda
mais a passagem, visto que a cada dia os ônibus de Blumenau estão mais
detonados. Fora que os corredores de ônibus fazem os motoristas andarem
acima da velocidade permitida, colocando em risco os passageiros quando
dão uma freada.
Por volta das 14h25min, peguei o
ônibus conhecido como “10”, Garcia – Aterro (carro com o número 1110) na
Beira Rio, e ele estava todo vomitado. Além de nojento, isto é uma
tremenda falta de respeito com os cidadãos que dependem do transporte
público para se locomover. Pelo preço que se paga pelas passagens de
ônibus nesta cidade, o mínimo que eles têm de oferecer é qualidade e
higiene.
Tenho pena das pessoas que dependem do
nosso precário transporte público, principalmente mais de uma vez por
dia e em horários de pico.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Fé de menos
"Recebi um email de um ouvinte dos EUA, o Boris Kortiak, com um comentário interessante:
“Sempre
que visito o Brasil vejo uma terra com enormes oportunidades, mas
quando falo com as pessoas ouço apenas sobre os enormes problemas.
Algumas vezes falamos sobre a mesma coisa, mas vista sob perspectivas
diferentes. Como é possível que duas pessoas, olhando para a mesma
coisa, vejam de forma tão diferente? O que acontece com os brasileiros
para que olhem apenas o negativo e achem que as coisas são imutáveis,
enquanto um estadunidense ou inglês veja as mesmas coisas como
obstáculos a serem vencidos? Por que a maioria só vê uma imagem sombria
do Brasil? Talvez não seja o ritmo constante de negatividade da mídia
que ajuda a desmoralizar a população, mas a falta de fé na existência de
soluções.”
“Falta de fé na existência de soluções”... suspeito que essa falta de fé não é causa, é conseqüência. Vejamos.
Se
examinarmos a história do Brasil nos últimos quarenta anos veremos a
sucessão de frustrações que nos levaram a essa falta de fé. No final do
regime militar milhares de pessoas vão às ruas pelo Diretas Já, que o
Congresso não aprova. Algum tempo depois conseguimos, de forma indireta,
eleger um presidente civil: Tancredo Neves. Que morre antes de tomar
posse. Seu substituto, Sarney, chega com um plano redentor, o Cruzado. E
leva o Brasil ao maior período recessivo da história. Vem as eleições
diretas e elegemos um jovem, Fernando Collor de Mello. Sua primeira ação
é confiscar o dinheiro de todo mundo. E temos o primeiro impeachment da
história. O sucessor, Itamar Franco, começa o governo relançando o
Fusca, mas termina abrindo caminho para o Plano Real que finalmente
coloca o Brasil nos eixos. FHC faz um ótimo primeiro mandato, mas o
segundo termina em meio a acusações de “privataria”, compra de votos,
etc. Frustrante. Vem Lula, com seu discurso pela ética. E oito anos de
lambança. Nesses 40 anos a educação continuou em deterioração, a saúde é
um escândalo, a violência é crescente, o trânsito torna-se caótico, a
corrupção torna-se endêmica, os impostos crescem sem parar, a
infraestrutura é uma piada, as enchentes de janeiro continuam matando, a
seca do Nordeste idem, a Justiça não funciona... Ufa!
Mas
é claro que também experimentamos melhorias. Somos um país em franco
crescimento, temos o povo mais otimista do planeta, melhoramos a
distribuição de renda, tirando milhões da miséria e temos ilhas de
excelência. Mas os problemas básicos continuam sem solução, passando de
geração para geração.
Não é natural que – após 40 anos - a conseqüência seja a tal “falta de fé na existência das soluções”?
É.
Mas tenho uma visão diferente. Acredito que sabemos dos problemas e
conhecemos as soluções. O que não temos é fé em nossa capacidade de
implementar as soluções. Depois de 40 anos prometendo e não cumprindo,
somos uma sociedade desconfiada, onde cada vez menos gente acredita nas
instituições, nas leis ou nos outros. Daí a visão sombria e negativa.
Numa sociedade baseada na desconfiança, todo mundo é culpado.
(Luciano Pires)
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